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infinito particular


Acima das palavras ... estar 

Ao me aproximar das 4 Pilastras já era capaz de ouvir a voz dela. Acelerei o quanto pude e lá estava. Rasgando o ar graciosamente cantando Cazuza. Certamente a melhor hora para estar. Não poderia ter imaginado melhor fim de tarde. Ser abraçada na chegada por BLUES DA PIEDADE. Ultima música da passagem de som. O dia ainda estava claro e o local ainda vazio. Traduzindo? Momento certo para os bastidores. Caminhei em direção a lateral do palco e a esperei passar. As quatro e quarenta e cinco registramos o momento. Que com certeza durou muito mais do que o tempo contabilizado pelo relógio; Que significa muito mais do que eu escrevo aqui. De lá a frase “PARA DE TREMER MULHER!”. Que certamente é A legenda perfeita pro dia de ontem. Não sei  que horas o show do Adriano começou e nem que horas ELA subiu ao palco. Mas fui pega de surpresa quando a Ana começou a cantar. Achei que cantaria músicas do repertório do Adriano (músico que a convidou pro palco), porém me enganei. Ela cantou exatamente o que eu queria ouvir. E entrou em cena com TÕ NA VIDA. Exatamente a canção que eu mencionei no texto que ela levou pra casa.

 



Escrito por Delázari às 11:23:12
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Em meio há tantos, por qual começar?

Ganhar um cd de um artista querido é sempre agradável. Ganhar a DISCOGRAFIA em uma só tacada é MARAVILHOSO! Com esse acervo todo da Cássia em mãos, por onde começar? Espalhei pelo chão todos eles e fitei por longos segundos suas capas. Tomei pelas mãos O MARGINAL e o que mais me chamou atenção foi o fato de não conhecer nenhuma das faixas. Isso porque, até então, todos CDs da Cássia que haviam chegado até mim eram coletâneas e escutar sempre as mesmas coisas... Uma hora enjoa!

 

Que CÁSSIA ELLER é uma excelente intérprete e que desfila por qualquer avenida musical (desde que ela queira) sem perder a maestria todos nós sabemos; Fica aqui registrada então meus cumprimentos aos músicos Tavinho Fialho, Élcio Cafaro, Zé Marcos, Nelson Faria e convidados pela qualidade/ GROOVE impresso nas gravações e meu agradecimento ao amigo Datho Godoi pelo presente. 



Escrito por Delázari às 12:06:05
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Seja bem vinda Daniela!

“Quanto tempo tenho pra matar essa saudade? Meu bem o ciúme é pura vaidade.” NOBRE VAGABUNDO. Assim canta Daniela seu primeiro verso em FEIJÃO COM ARROZ. Disco lançado pela Sony BMG em noventa e seis (e por sinal o meu preferido). Cheio de clássicos, conta também com a participação do carismático Samuel Rosa, na sugestiva Minas com Bahia. Certamente já conhecia Daniela de outros carnavais. O Canto da Cidade, de noventa e dois, apresentara a baiana para todo o Brasil e comigo não foi diferente, mas feijão com arroz me arrebatou de vez. Se nos dias de hoje eu arrisco meus acordes, naquela época minha arte era outra, a dança! Se hoje tenho certeza do palco que escolhi naquela época meu sonho era dançar Balé! No meio daquele encantamento todo me aparece a Daniela. Cantora, compositora, dançarina etc e tal. Cantora e dançarina? Para mim, com meus 11 anos de idade, não era preciso mais nada. Aquela imagem vinha até mim com tamanha leveza, graciosidade e carisma .. me deixei levar! Se para uma criança ser cantora ou bailarina era coisa de TV (ou sonho) a Daniela provava o contrário. Feijão de corda, além de dar nome ao disco, tem um vídeo clipe que traduz tudo isso (que escrevo). Sem falar que a bela canção de Chico César, A primeira vista, também faz parte deste disco. Anos se passaram (e minha fita k7 já havia sido rebentada por uma prima mais nova) e eu comecei a ouvir outras cantoras. Não virei bailarina (risos), mas mantive minha admiração/respeito pela Daniela. Hoje, dia 24 de julho, as vésperas do meu aniversário (e do dela também, de certa forma) aguardo ansiosa pelo show da bailarina cantora, na praça da cidade que moro.  Gosto de rock? Não! Eu amo! (e tive a sorte de subir no palco de uma das grandes bandas do cenário brasileiro pela terceira vez este ano) mas gosto muito antes da Daniela! Então nada mais feliz do que a notícia de que seria ela a atração de encerramento do festival de Inverno de 2015. Já que não faço objeções quanto a data escolhida (muito pelo contrário,eu faço é gosto!) só me resta aguardar.. "Porque eu não posso ficar ficar sem você/ Eu não posso ficar, ficar sem te ver!"



Escrito por Delázari às 03:03:25
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O dia que colocaram um boné na cabeça de Drummond

Certa vez, ao deleite de uma boa leitura, em uma manhã de feriado, lá estávamos eu e Drummond. Por ter amanhecido um dia frio duas coisas se faziam tentadoras: Permanecer na cama e pegar um bom livro pra ler.

Umas duas horas se passaram até eu me render. Havia escolhido dois livros de crônica na biblioteca do trabalho e um deles ainda não havia tido tempo pra ler. Pronto! Decidido estava que ficaria na companhia de Carlos até ser chamada para o almoço. Seria aquele famoso aperitivo que se saboreia antes da refeição.

Após a primeira crônica me deparo tal como uma criança ao passar as folhas querendo ver primeiro, antes mesmo da leitura, todas as gravuras de um livro. Na última página havia uma caricatura do autor feita por ele mesmo. Até ai nada de mais a ponto de me fazer interromper a leitura, pegar o lápis e começar esta crônica.

Acontece que andaram adulterando a caricatura original. Um anônimo ilustrador ginasial adicionou um boné sobre a cabeça do Drummond. Digo mais! Não foi um trabalho feito às pressas, de qualquer maneira. O desenhista teve o cuidado de pensar na posição ideal para o boné e ainda se deu ao trabalho de descolar um lápis de cor (verde, se a cor lhe interessar) conferindo um quê de acabamento a sua arte.

Não satisfeito, ele ainda deixou algo escrito na avantajada testa do escritor. Imaginei uma tatuagem. Nela a seguinte descrição: SOU FEIO. Que audácia! Pensei cá com meus botões. Onde já se viu julgar a beleza de Drummond assim? Na sua própria caricatura! Na derradeira página de sua obra? Quisera eu ser feia com toda sua sabedoria e percepção aguçada para sutilezas da vida cotidiana.

Audacioso, porém criativo. Não deixou assinatura (talvez por medo de ser pego mais tarde pelo funcionário da biblioteca), mas transmitiu seu recado. Chamou minha atenção a ponto de interromper minha leitura e ignorar o chamado para o almoço, quando pronto, só por não perder uma boa história.

Tem gente que é assim, tal como Carlos Drummond e eu. Gosta de fotografar o mundo em seus mínimos detalhes. Só pelo prazer da imagem registrada; da sutileza que permeia o simples e de poder recontar a nossa maneira um pouco do que acontece a nossa volta.



Escrito por Delázari às 17:40:57
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JUST YOUR FOOL

 Quatro minutos, vinte e quatro segundos e uma infinidade de emoções. A primeira delas é a sensação de bem estar. Logo de cara tenho vontade de pular da cadeira, de ir dançar. Permaneço sentada e simultaneamente me transporto. Desdobram recordações. Quando vejo, estou no Atiaia; primeira fila, ao lado de duas amigas. Uma ENCRUZILHADA rítmica conduzida por Kléber Dias, Fábio Mesquita, Flow, e Jefferson Gonçalves. Em meio a lembranças, que são tantas, mergulho de cabeça, esqueço o redor.

A energia naquele palco CD / DVD nenhum é capaz de registrar. É necessário estar. Recomendo, sem sombra de dúvida, primeiro ao vivo. É fundamental sentir. Somente depois em gravações. Como aconteceu comigo.

É incrível como memórias musicais são fortemente comuns e ao mesmo tempo mágicas. JUST YOUR FOOL é de uma riqueza! Sempre que ouço me vem a tona quão feliz foi o Jefferson na escolha. A condução do Fábio e do Flow (e no cd/DVD também do Marco BZ) somado ao violão e canto do Kléber ...

Inúmeras sensações. É a coisa mais linda materializada em canção e quando, no conforto do meu quarto CROSSROADS aparece em sequência, sou simplesmente a pessoa mais feliz do mundo.



Escrito por Delázari às 22:46:34
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Sem julgamentos, apenas uma homenagem

Quando o gostar é verdadeiro, quando o que escuto me toca de verdade é assim mesmo: O coração dispara, a garganta seca e no meio da emoção até detalhes importantíssimos se perdem aos meus ouvidos. A música escolhida foi BORN TO BE WILD e os meninos (Raphael, Rodrigo, Pompeu e Guilherme) estavam afiadíssimos.  O som cortando a telinha e chegando até mim de um jeito ... Não se explica. Minha reação interior não se explica. A música tem esse poder. Exerce esse poder sob as pessoas de causar reações diversas aos que ouvem além dos ouvidos, com o coração.

Nesse bombardeio de informação/notas/sentimento/emoção me perco. Eu, realmente atenta e mesmo assim consigo me perder algumas vezes. (ainda bem que nos dias de hoje há ferramentas que nos possibilita “rever” o que perdemos / ver de novo o que queremos e fazer isto quantas vezes nossa vontade mandar).

Sou mesmo uma pessoa de sorte (ou estou com muita este ano) e quando eu já não esperava mais nada desses caras no palco... sou pela derradeira vez surpreendida (ultimo dia de programa) e desta vez... acho que juntamente comigo mais dois amigos de torcida foram atendidos quando já havíamos até, quem sabe, desistido. A intenção não é desmerecer ninguém, nunca foi. É só questão de gosto; de amizade. De querer que o mundo veja/ouça pelo menos um pouquinho do grande talento que é Guilherme Schwab.



Escrito por Delázari às 15:39:28
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Este meu jeito de conhecer você

Conhecendo meu primo através do que ele escreve... Acho incrível esta possibilidade do conhecer que nos é permitido por meio da leitura. A leitura do olhar, a leitura do sorriso ou de versos e por ai vai! Existem inúmeras formas de se lê as inúmeras leituras da vida; de se lê e de se conhecer as pessoas da nossa vida. Agradeço por isso; Nem todos aqueles que queremos por perto está próximo o suficiente ou o quanto desejamos..

Lembro que uma vez me apaixonei (acho que é essa a palavra) por um poeta (se não era eu assim o enxergava) e juntamente com uma amiga me via desvendando suas composições. Se não me falha a memória foi a primeira vez que a leitura das palavras me fez aventurar na alma de quem as escreveu.

Conforme disse em outro parágrafo (com outras palavras, mas com a mesma essência) nem sempre me é permitido o conhecer lado a lado provocado, possibilitado pelo cotidiano e às vezes esse conhecer vem por outros meios.

Recentemente resolvi estabelecer alguns pontos e entre eles o da leitura diária. Não importando quantidade e sim o ato; a prática em si. Percebi ser durante a madrugada um bom horário. Então separo em impressões durante o dia o que imagino gostar de ler mais tarde. Separo principalmente textos de amigos escritores. De escritores que sou fã e que encho a boca ao dizer é meu amigo.

Esta noite de deparei com linhas que achava ser do Thiago, mas que eu não tinha muita certeza (não reconheci o papel usado na impressão). Como a leitura espalhou meu sono procurei outras folhas e ai sim encontrei os textos e poemas do “dossiê de lazzari”. Já na “segunda” leitura uma viagem. Gosto de escritores que dominam o simples. Escritores que convencem e nos fazem viajar em um poema improvisado no guardanapo de ontem.

O Thiago escreve assim. Escreve como meus favoritos escreveram um dia (ou como no caso do Veríssimo ainda faz), pois sabem eles, cronistas por vocação, que escrever um bom texto passa longe, mas muito longe de escrever palavras complicadas. Pois sabem que um texto quando é bom convence pela sua verdade. Quando é verdade não é necessário que se esconda no dificultar do entendimento do leitor.

 

Eu comecei falando sobre conhecer meu primo através do que ele escreve... Eu o conheço muito pouco, mas esse pouco que conheço aumenta significativamente a cada leitura. A cada viajar que o Thiago me possibilita quando sei que poucas linhas escritas por ele tem a capacidade de me conduzir pra longe.



Escrito por Delázari às 12:44:39
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 Amor sem palavras Cinema mudo

Não é de hoje que venho cogitando a hipótese de me presentear com alguns CDs dos Paralamas. Pesquisei na internet, namorei vários e... Dia dois de janeiro foi efetuado o pagamento na lotérica mais próxima. Pronto! Agora era só esperar! Lembro da dificuldade, quando se é mais novo, de completar coleções (ou de comprar todos os lançamentos daquele artista/banda favorita). Sei também que o nível de dificuldade reflete consideravelmente na alegria da conquista mas... A ansiedade supera essas questões e o fato é que adulto vira criança quando vê chegar o carteiro com o tão esperado embrulho nas mãos.

Manhã de terça feira, dia sete de janeiro de dois mil e quatorze e ao primeiro contato com sua mãe a notícia: Chegou algo para você! Sua avó recebeu e disse que parece cd. Assim que consegui desci as escadas e atravessei ansiosa o portão. (das duas residências).

Como nem tudo são flores... ao abrir o pacote percebi que só havia chegado um dos cinco que havia encomendado e resolvi (por pirraça) que não me renderia ao primogênito Cinema Mudo enquanto os demais não chegassem. E dito isso torci para que não demorasse acontecer.

Horas depois, vendo TV com mãe escutei o interfone. Quando dei por mim... Outro pacote. E bem mais recheado do que o primeiro. Nele? O passo do Lui, Selvagem, Big Bang e Os grãos. (os quatro que faltavam) Eita! Eu não queria que demorasse mas...não imaginava que seria tão rápido.

Como promessa é dívida (e neste caso minha pirraça) deixa que eu comece minha tão esperada audição paralâmica com Cinema Mudo. O primogênito de oitenta e três.



Escrito por Delázari às 21:50:36
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ABRAÇO BOM  TÃO BOM ABRAÇO

 

 

Ganhei um abraço tão bom

Que perdi as palavras

Que só sabe dele quem já ganhou um igual

Um abraço espontâneo. Sem culpa. Sem pressa

Um abraço real

 

Ganhei um abraço tão bom

Que matei a saudade de um século

Abraço que durou horas

Mesmo durando um minuto

 

Ganhei um abraço tão bom

Que mesmo passando as horas

Ficou no peito memória

Ganhei um abraço tão bom

Que queria estar nele agora

 



Escrito por Delázari às 16:38:28
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PARE O MUNDO QUE EU QUERO DESCER!

GRÉIA: Uma gíria pernambucana que quer dizer festa, zoação, alegria, etc. Parafraseando Jefferson Gonçalves, foi exatamente esse meu sentimento quando escutei este cd. Enquanto relembrava estórias garimpava memórias.

Em seu trabalho “de estréia” Jefferson reuniu excelentes músicos que o ajudaram no registro que essa tarde tive o prazer de conhecer. Voltando um mês nessa conversa.. Tive a felicidade de, as vésperas do tão esperado show da Taryn no Valadares Jazz Festival, assistir um pocket show onde o gaitista JGonçalves e seu parceiro de estrada Kleber Dias (violão e voz na ocasião) presenteou o público presente na capela do Imaculada com uma prévia do show de logo mais. Ouvidos satisfeitos e discografia ampliada voltei para o hotel e posteriormente para casa cheia de sonoridades para explorar.

Cada música tem seu momento e cada descoberta tem sua hora e não foi diferente com GRÉIA. Registro onde o gaitista (como ele mesmo disse) tentou registrar todas as suas influências conseguindo uma mistura rítmica que recomendo a todos.

Eu, que antes mesmo de conhecer os quatro CDs do Jefferson havia escolhido Gréia ao vivo/Conexão Nordeste o meu predileto, tive uma sensação muito boa ao foliar o encarte do primogênito. A sensação de descobrir (antes tarde do que nunca) (risos), unindo as peças do quebra cabeça, que o Jefferson, músico em questão, é o mesmo músico que me fez apaixonar por blues há mais ou menos uma década. Quando um amigo de escola me emprestou alguns CDs lembro que um dos que mais gostei foi de uma banda de blues. Uma banda de blues chamada BASEADO EM BLUES. Eu ainda não toco gaita, mas na época comprei uma “harmônica de brinquedo” e comecei a GRÉIA!

Foliando o encarte, tive a feliz sensação de descobrir que Jefferson Gonçalves, o gaitista que mais gosto na atualidade, é o mesmo gaitista que me fez apaixonar por blues. Que me fez apaixonar por gaita e que eu tive o prazer de ouvir pessoalmente e a felicidade de conhecer.

 



Escrito por Delázari às 18:39:08
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Baila Comigo Rita?

 

A vida na estrada é o tema de “Baila comigo”, segundo DVD da série Biograffiti sobre a vida e a obra de Rita Lee. A cantora fala sobre o prazer de compor, da sua afinidade com o público e conta como nasceram algumas de suas músicas. Começando com o rock ORRA MEU e terminando com AGORA SÓ FALTA VOCÊ (uma das que mais gosto), o melhor, na minha opinião, dos 3 DVDs do Box Biograffiti – Mesmo não tendo visto o terceiro ainda. Entre um bate papo e outro com a Rita, algumas canções que fazem parte da sua obra/vida. ANDO MEIO DESLIGADO, MANIA DE VOCÊ, PAPAI ME EMPRESTA O CARRO e outras. Imagens, vídeos, fotos, canções, histórias, lembranças... Isso sem falar da belíssima COISAS DA VIDA (a preferida do maridão Roberto de Carvalho _ parceiro dentro e fora dos palcos) (e minha também por que não?) _risos_ e um clássico do Erasmo, tudo a ver com a ruiva, MINHA FAMA DE MAU.

Meu figurino para um próximo show (meu) ? Já escolhi! O DVD Baila comigo? Assisto pela segunda vez enquanto escrevo. Imperdível.



Escrito por Delázari às 00:49:46
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disse que não facilitaria
mas a outra ponta do iceberg
sinto a cada dia mais próxima

pQ será que insiste?
se já lhe foi dito tantas vezes?
melhor seria virar o leme..
puxar o barco para outro lado



Escrito por Delázari às 19:20:24
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Roda de saberes..

Uma homenagem a mestra Maira Alvarenga

" O povo sabe o que quer, mas o povo também quer o que não sabe"

Um prazer enorme e sem dúvida, de grande aprendizado, ter convivido e ter sido aluna da Maira no curso de licenciatura. Grandes mestres ficam pra toda vida. Isaac (voltando um pouco na minha vida escolar), Mansu, Márcio, Hélcia, Cézar, Márcio Mendes, Beto, Maira... Grandes mestres ficam pra toda vida. Mas voltando a falar da Maira... Foi minha professora e foi quem, na reta final, comprou a idéia da minha monografia aos 42 minutos do segundo tempo aceitando o convite para ser minha orientadora. Hoje, de férias em Valadares vendo TV, me deparo com o programa RODA DE SABERES e lá estava ela como “mediadora atuante”. O assunto era CURRÍCULO, mas a roda me ensinou muito mais! Mais do que os minutos de duração do programa, foi como uma reciclagem profissional e uma boa recordação dos meus pilares, do paradigma que orienta meus passos na atuação como docente. E como faz falta escutar mestres como ela..



Escrito por Delázari às 16:23:17
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Simplesmente uma obra de arte. Cujas estampas representam o contraste; expressando o mínimo espaço entre o possivel e o impossivel. O ponto infinito do prazer de se emendar, de conversar com linhas, tecidos, cores..quando os seres humanos se portam incapazes de compreender-me, licença, eu estou COSTURANDO SENTIMENTOS. (Natália Costa Melo)



Escrito por Delázari às 15:18:03
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Sonho de uma noite de verão

Faz uma cara que eu escutei essa música pela primeira vez. Quando aconteceu, quando aquele solo de saxofone chegou aos meus ouvidos eu simplesmente queria escutar tudo outra vez! Antes mesmo da música terminar. Eu queria congelar o tempo naquele solo de saxofone. Antes mesmo da primeira palavra cantada pelo Milton eu já queria saber mais. Quem era ele? Se não me falha a memória comecei minha busca ali mesmo. Encartes de CDs, contracapa de vinil.. Só não valia cruzar os braços e deixar escorrer o tempo entre os dedos. E lá se foi uma garotinha render se aos encantos de seu instrumento favorito (até hoje) o sax. Não achando na época o cd para comprar na loja de discos o jeito era aproveitar as paradas de sucesso via rádio para ouvir SONHO DE UMA NOITE DE VERÃO. E ela é tão curtinha... O tempo passou... e hoje ela achou que seria uma boa hora. Tirar para si o momento, escutar em fim certa coletânea que ganhou do amigo João Paulo. Escolheu seu cd preferido no mp3 e deixou rolar o som. Para sua felicidade maior após algumas faixas... a mais esperada por ela tocou novamente. E dessa vez era possível escutar tudo outra vez! Era possível escutar quantas vezes fosse preciso. Antes mesmo da música acabar.



Escrito por Delázari às 00:51:52
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