Por entre pontos e vírgulas “O ponto final é utilizado essencialmente para finalizar uma frase, isto é, uma afirmação completa, com sentido totalmente definido.”Um ponto. Era disso que ela precisava. Algo poderoso (a alcance de todos) e que fosse capaz de finalizar as coisas. Se existe alguma tão difícil quanto começar nem é preciso dizer que... O ponto. De tão comum parece que é fácil; se encerrou é ponto final – ou então volte e releia o primeiro parágrafo. Se é tão fácil assim por que será que não consegue. Fragilidade feminina. Talvez seja essa a resposta. É fato que ela gosta do cheiro que pelo corpo ele exala; dos lábios e cabelos macios e da conversa, quando doce, a sós ao pé do ouvido. Mesmo com o que foi dito e com mais tantas sutilezas... Seria bom um ponto final, mas o máximo que consegue é, um tímido ponto e vírgula.
Escrito por Delázari às 23:32:01
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Joss Stone in Rock in Rio Que surpresa agradável entardecer ao som de Joss Stone. Indescritível o quanto me fez bem deparar com uma canção chamada FREE ME. Não foi preciso tradução. O aperto no peito havia sido convertido em lágrimas de felicidade instantânea. Era ela a subir no palco Sunset do Rock in Rio. Linda, leve, solta e com um repertório.. Corajosa, a determinada Joss prossegue seu show com KARMA – música do seu mais recente trabalho LP1 – e só depois volta com o hit SUPER DUPER. A garota, porém digna da alcunha diva, alternou sucessos com músicas de discos mais recentes, mas sem dispersar o público, que era intenso e numeroso naquela “segunda primeira noite” de festival. Caminhando pra segunda metade do show já era possível afirmar ser de Joss Stone um dos grandes shows do festival. Quando eu não esperava mais nada eis que reconheço os acordes familiares de PUT YOUR HANDS ON ME. A forte interpretação da cantora e sua afinidade com os músicos conferiram um peso ainda maior a música tornando-a ainda melhor – como se isso fosse possível e é – Em sua parte mais intimista, acompanhada somente pelo seu guitarrista, ela me apresenta a belíssima LANDLORD e me surpreende outra vez. Não é preciso conhecer mais do que 50 por cento do repertório quando os outros 50 escolhidos te fazem literalmente arrepiar. E ainda faltava se despedir com RIGHT TO BE WRONG, o que pra resumo de conversa significa o mesmo que fechar com chave de ouro.
Escrito por Delázari às 16:48:21
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Projeto CANTA MINEIRO Nessa quinta feira, na PRAÇA Dos PIONEIROS / Governador Valadares (MG) O projeto CANTA MINEIRO é idealizado pelo Wagner Moura, considerando que somos uma região rica em arte e cultura. Temos artistas em todas as áreas, com trabalhos autorais e, muitas vezes, com reconhecimento maior fora de nossos domínios. Assim sendo, o CANTA MINEIRO propõe a criação de uma amostra cultural, quinzenalmente, às quintas feiras na PRAÇA DOS PIONEIROS, concomitante à tradicional feira de artesanato, com o objetivo de criar um espaço para a apresentação de artistas da cidade (músicos, poetas, contadores de historia) com trabalhos autorais. Falamos sobre nossa história. Porque somos mineiros UAI (união, amor e independência) senha criada pelos inconfidentes mineiros considerados subversivos pela coroa portuguesa que para se protegerem da policia lusitana, se encontravam nos porões em Diamantina sendo a senha de entrada a palavra UAI* o movimento foi abortado e nós assumimos a simpática palavrinha e a incorporamos ao nosso vocabulário cotidiano. *Essa informação está nos livros do museu de Diamantina.
Escrito por Delázari às 23:45:00
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Vó embolá!
Faz tempo que quero escrever algo sobre cordel... e até hoje não fiz. Por que CORDEL? Porque eu achava que nenhuma outra literatura me interessaria tanto quanto me interessa a crônica. Só que ai eu descobri o cordel. Não que eu não conheça “outras literaturas”- eu gosto e leio produções textuais bem diferenciadas, mas escolhi a crônica como “o meu gênero”. Desde então, leio e escrevo esta que escolhi como minha preferida. Só que, eis que em algum momento me deparei com o Cordel e mergulhei fundo![mesmo antes de saber que minha próxima viagem seria para Fortaleza/Ceará]. Em Fortaleza – apesar do pouco tempo – conheci o espaço “Centro Cultural Dragão Mar” e tive o prazer de visitar uma exposição dedicada ao cordel, vivenciar um pouco mais de tamanha cultura e levar alguns livretos para casa como lembrança. Passaram-se meses, trocou-se o ano... Lembrei de pessoas de diversos seguimentos artísticos que em algum momento - logo em um primeiro contato - prendeu minha atenção de tal forma que humor e criatividade/ cordel-cantoria-embolada-repente acabaram por aqui em uma indivisível salada. Vale lembrar que “no sertão de antigamente, aconteciam verdadeiros duelos, nos quais as armas não eram espadas; eram violas. As palavras eram balas afiadas que saíam da boca dos cantadores. Num mundo de rimas improvisadas, saía vencedor quem deixasse o outro sem palavras ou fizesse “quebrar a rima”, que significa não completar devidamente as estrofes.” Acompanhas de viola ou violão ou de um bom e ritmado pandeiro, são elas, as palavras certeiras que cortam afiadas nos duelos-cantorias-repentes ou em forma de versos-lamentos nos cordeis. Não importa o nome que carregam consigo, o que realmente importa é a nobre cultura de um simples povo. Que mesmo em meio as dificuldades souberam escrever as marcas de sua história. E quer arma melhor e mais poderosa do que palavras?
Escrito por Delázari às 20:24:27
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Luz Antiga Seria muita pretensão ou audácia separar os versos de cada um. Gosto tanto da canção, do autor, do Nando, da Ana, da Luz Antiga, de todos os fatores ditos e principalmente de como tudo se encaixa em conjunto. De mim, de você – mesmo não sendo mais eu e você – que seria muita pretensão separar em versos. Por esse motivo foi tão difícil. Por esse motivo, por querer separar essa total integração, que quase desisti. Mas não queria essa palavra, queria várias outras e queria colocar no papel tudo que pensei,tudo que senti, porém percebo a complexidade. Algumas vezes isso acontece.. É tanta sintonia, que parece que o autor mergulhou meses atrás e com tamanha sensibilidade captou o que você pensava sobre nós; ou o que eu precisava ter percebido na primeira vez que terminamos para não ter prolongado a minha dor, a nossa dor. Foi preciso aproximadamente sete longos meses. Foi preciso, no andar da carruagem, eu descobrir essa nova voz (Ana Canãs). E antes, isso só foi possível porque em alguma esfera, o compositor encontrou A interpretação. Não sei se encontrar seria a palavra, e também não sei e sigo ávida por saber, como os caminhos do poeta Nando Reis e a sensibilidade da Ana se cruzaram, só sei que tantos encontros foi a chave para me fazer compreender nosso desencontro. Só sei que, quando parei de querer separar os versos, a Luz Antiga fez nascer essa estrofe de sentido maior. A estrofe que mesmo sem ter sido escrita por mim me emociona toda vez que escuto com a devida atenção. A estrofe que integra as demais e que fez nascer A canção. Canção que só tem o peso que tem, porque foi escrito pelo Nando e gravada pela Ana. Não seria perfeita se assim não fosse. É perfeitamente linda em toda sua tristeza. É minha. É sua.Mesmo que seja do Nando.
Escrito por Delázari às 18:24:59
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Agora, A sua maior vontade era gritar Nada comparado a um grito ideológico Longe também de ser um grito tolo Ela só queria gritar Gritar Alto Gritar a angústia de um dia Ter se apavorado com a ideia de se calar Se calar porque sua voz não aguentou Se calar porque sua boca não é mais capaz de emitir som algum Só de pensar nessa possibilidade.. Já disse à sua mãe algumas vezes que seria complicado viver sem escutar [Viver assim seria praticamente admitir a vida sem música. Impossível!]
Agora? A sua maior vontade era GRITAR! Mas esse gritar vai acontecer por dentro.. Hoje, ele precisa sair em silêncio.
Escrito por Delázari às 16:23:53
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Dia do ócio Dia do ócio. Deveria ser decretado: A PARTIR DE HOJE PASSARIA A FAZER PARTE DO CALENDÁRIO e todo dia primeiro do ano seria o DIA ANUAL DO ÓCIO. Isso! Um dia todo só para não fazer nada; ficar de perna pro ar (literalmente). O dia do ócio não seria invenção para preguiçosos vindo de alguém mais preguiçoso ainda, muito pelo contrário, o mundo hoje em dia anda tão acelerado, passamos pelas pessoas com tanta pressa que mal vemos quem está do nosso lado e com tanta correria o stress é inevitável. O ócio, muitos defendem a tese, é de suma importância para o desenvolvimento das diversas manifestações artísticas. Divago agora a ideia de que pode ser esta a causa da queda de “qualidade” da arte atual (salvo pouquíssimas exceções) – a falta do Dia Nacional do Ócio – Pessoas gabaritadas (porém de certa forma quase anônimas) levantaram essa questão exatamente no dia 1°de janeiro. Não estudaram nada a respeito, claro, mas após uma tarde inteira esperando a hora passar, em algum momento passou pela cabeça de alguém essa ideia. Nada mais justo do que 1° de janeiro. Uma data sem sal, com cara de ressaca e que pra facilitar as coisas, já é feriado! Isso! Seria um feriado duplo! Já imaginou? Por já ser feriado não haveria burocracias relacionadas a “implantação de um novo feriado”. Por ser DUPLO, as pessoas automaticamente ficariam despreocupadas com o relógio “ao quadrado”. De tão zen não haveria ânimo nem pra levantar da cadeira e até a TV seria esquecida por algumas horas. Ficar sentada na varanda olhando para cara um do outro sem motivo nenhum, simplesmente por olhar. E ninguém poderia discriminar ninguém porque ninguém ia te pegar no flagra porque todos naquele momento fariam o mesmo que você: NADA! Estariam simplesmente todos a contemplar o ócio.
Escrito por Delázari às 19:29:25
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"Sozinha.. Observo melhor as cores/ Os excessos / Os afetos / Que me faltam ou me afetam / Sem ninguém por perto / Meus olhos ficam mais abertos / Imersos num vazio / Recheado de detalhes doces / Longe das cortes / Sento no meio-fio dos meus pensamentos / na beira do que eu invento E aproveito /O lado bom Da solidão / O lado bom Da solidão" (Christiaan Oyens e Zélia Duncan))
Escrito por Delázari às 01:39:37
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Escrito por Delázari às 09:53:16
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REGADO A MÚSICA E POESIA ESTER TRINDADE ME CONVIDA PRA FAZER PARTE DESTA PROSA VERSO IMPORTANTE DA SUA VIDA NÃO PODIA FICAR DE FORA - QUER DIZER, EU NÃO QUERIA - ESTA NOITE QUE OUTRORA CHEGA NÃO SE VAI NO OUTRO DIA ETERNIZADA NA MEMÓRIA FICA SEMPRE A HARMONIA NÃO PODIA FICAR DE FORA QUER DIZER, EU NÃO QUERIA PRA LHE PRESTAR MINHA HOMENAGEM NADA MELHOR QUE POESIA
Escrito por Delázari às 19:37:21
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Sem sombra de dúvida o mundo está cheio de artesão das palavras. Em meio a tantos feras me apaixono pelo mesmo cada vez que paro e leio algum de seus livros. Toda vez que isso acontece, surge um leque de possibilidades. Surge devaneios, lembranças entremeando risos e uma vontade enorme de continuar lendo. Vem assim como um pouco de chuva que faz florescer mangueiras, brotar ideias que me inspiram e que me enche de vontade de ousar inverter papeis. Dentro de instantes, passo de leitor a escritor; quando vejo florescer a imaginação, já estou escrevendo. Não escrever de forma complicada, difícil de compreender. Muito pelo contrário! Narrar de maneira simples e descontraída (na maioria das vezes bem humorada) o que quer nos dizer. Vez ou outra inventa personagens, mas quase sempre é ele mesmo o protagonista de tudo por traz das linhas que escreve. Nasceu longe, mora longe; não me conhece e nem se quer ouviu falar de mim, e não raro me deparo em seus livros com descrições tão sutis que parece que ele mora na janela ao lado; conhece todos meus amigos e compartilha inúmeros acordes. A cada leitura, a cada crônica descoberta, mais admiro o trabalho, as obras de LUIS FERNANDO VERISSIMO.
Escrito por Delázari às 21:13:51
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Essa garota já crescida Desde pequena quer ser bailarina Dançava em pensamentos mesmo antes daquela poesia Que ela tanto gosta e vira e mexe ela relia
Como além de dança também gosta de melodias Dividia seu coração entre canção e poesia Hora em sonho era poeta Vez ou outra bailarina
Essa garota já crescida Sempre quis ser bailarina Já conhece o Dó e o Ré Só não consegue ficar na ponta do pé
Domina o Mi e o Lá Quando inclina seu corpo para lá e para cá
Roda, roda com os braços para o ar Mas não roda muito Pois se roda fica tonta E não sai mais do lugar
Essa garota já crescida Cresceu e conseguiu ser o que queria Faz aula de dança toda semana E depois dorme feliz Como queria quando era criança
Escrito por Delázari às 01:51:39
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Escrito por Delázari às 16:48:27
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MEU AMADO SENHOR por Tim Filho Logo nas primeiras páginas me deixei levar pelas palavras escritas pelo Tim. Logo de cara aprovei o que estava lendo de tal forma que quando parei de ler aquela noite me deu vontade de escrever. (Quando as palavras que leio me inspiram ou quando as músicas que escuto transbordam em mim sentimentos, ou da vontade de sair escrevendo ou de sair cantando. Desde os primeiros capítulos eu percebi que dividimos uma paixão em comum, a paixão pela vida (e uma vida cheia de trilhas sonoras).Uma vida de dificuldades nunca foi um empecilho para Alpiniano Silva Filho, ou como conhecemos, Tim Filho, que desde muito cedo soube lutar pelos seus sonhos. Há 10 anos nasceu o festival pela qual tanto o Tim batalhou, e desde então vários nomes em destaque (grandes músicos) abrilhantaram os palcos do teatro Atiaia e do auditório do Imaculada. O público que era modesto em número, hoje é fervoroso e comparece em peso as edições do festival. [Tem até uma pessoa que assumidamente não gosta de Jazz e música instrumental que nesse ano fez como o Tim em 85: Embarcou numa correria danada só para não perder um show de um grande festival de música – e de quebra, aproveitando a viagem, foi pela primeira vez a todos os dias do festival e acabou fazendo a cobertura do mesmo para o seu blog/site musical.
[cobertura do Valadares Jazz Festival no http://musicgeneration.zip.net ]
Escrito por Delázari às 21:36:26
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Do palco a melhor visão Tá, eu assumo! O show do Biquini foi sábado passado (12 de setembro) e só hoje eu parei pra escrever sobre ele. Talvés porque não tive tempo, talvés porque, quando parava pra escrever me faltavam palavras, ou porque ainda não passou o efeito da noite; ou ainda, pela somatória de tudo isso que eu falei (rs). O certo é que foi BOM DEMAIS para eu deixar passar sem o merecido registro.
Pra quem esperou uma vida para ir aos 23 anos ao seu primeiro show do Biquini (2008 / Santo Antônio do Grama) eu nem imaginava que menos de um ano depois eu repetiria a dose em grande estilo. Ano passado foi especial: Primeiro show e quase não consegui chegar lá! Devido ao imprevisto “o furo do taxista” e nenhum outro que tivesse disposto a trabalhar aquela noite, eu só não desisti por pouco.
O primeiro sempre é especial e comigo não foi diferente. Bom lugar (perto do palco), boas companhias e um repertório pra nenhum fan do rock brasuca botar defeito. Sem contar que eu subi no palco, entrei no camarim, participei de uma gravação para os extras do próximo DVD em homenagem ao rock nacional anos 80 e voltei pra casa com vários cds novos e uma boa história pra contar (rs).
Eis que em uma tarde de domingo meu irmão chega até mim portando uma grande notícia: Show do Biquini em Teixeiras semana que vem. Acho que depois de pouco tempo já estava na frente do computador confirmando a notícia pelo site da banda, ligando pra minha amiga e mandando scrap pro meu primo sobre o rock. Biquini Cavadão+cidade próxima+entrada franca? Daria meus pulos!
Parece piada, mas de novo tive empecilhos na ida (acho que da próxima vez arrumo uma bicicleta, uns pneus de reserva e vou pedalando). A van atrasou, resolvi descer pra não perder o ônibus das nove e acabei indo na van mesmo. Chegando lá tinha outro show na frente (mas pelo menos a banda era afinada) e perto do palco era preciso se esquivar dos pés alheios e cotovelos idem. Mas o show começou. Nem me lembro com qual música, só sei que estava bom demais! Quando dei por mim estava nos ombros do meu primo Paulo pertinho da banda curtindo o show.
Lembro que assim que ele me colocou no chão os acordes no palco indicavam a animada NO MUNDO DA LUA e eu imediatamente o convenci de me deixar subir nos ombros dele novamente. Poucos acordes depois estava no palco com eles! Lá de cima é tudo tão mágico. Tantas pessoas lá embaixo cantando, sorrindo e dançando. Sai de lá super contente e agora entendo porque meus amigos gostam tanto de palco. A vontade de quem sobe uma vez é a de não descer mais.
Escrito por Delázari às 20:41:22
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